terça-feira, 27 de outubro de 2015

O etereo da alma




O labirinto etéreo da alma


 Há um sopro do vento do destino 
Aquém-incertezas que esperam
 No ser as esperanças se externam
 Em paixões do amor e seu fascínio. 

 Sentimentos nascem germinam
 No peito há sempre ânsia de amor
 vezes na entrega esconde sua dor 
desiste assim vencido a sua sina.

 São campos da alma quão infindos 
É o labirinto profundo dos sentidos
 Aonde a alma vaga em seu etéreo

 Numa busca a qual nunca termina
 Os anos passam e vida se exima
 e nunca desvendarmos seu mistério. 


 Alma Gort...


TOUCH ME!
Touch  me!

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Horas de ternura com musica





 

Versos ao vento








Versos ao vento


Copiei da minha alma enredos
fiz poemas de amor em inocência
acumulei montões na persistência
guardei meu tesouro em segredo. 

Escondi-os também no coração
Por longos anos indo pro futuro
Um dia percebi que no escuro
Meus versos perderam a noção

Eu resolvi destrui-los como todo
e recriei outra vêz na flôr do lodo
expondo ao mundo a minha emoção

Indiferente o mundo nem olhava
a esta altura pouco me importava
mas resolvi extravasar meu coração

                                                                                                Alma Gort




terça-feira, 20 de outubro de 2015

Adagio


Adagio em Sol menor para cordas e órgão, conhecido como o Adagio por Albinoni - produto Remo Giazotto, publicado pela primeira vez em 1958.
De acordo com Dzhadzotto, a peça é uma reconstrução baseada em um fragmento de música por Tomaso Albinoni, encontrado nas ruínas da aviação durante os ataques Aliado destruiu Após a Segunda Guerra Mundial, o Saxon Terra Biblioteca Dresden. Remo Giazotto GTC

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

AMOR AVENTUREIRO







 
AMOR AVENTUREIRO
Sou o amor um grande aventureiro 
vivi ilusões em lugares proibidos
Tive paixões em lugares escondidos
Nalgum intenso sentimento inteiro
De infante quando me fiz adolescente
Acometido da febre febril do desejo
Pequei desejando desejos incoerentes
Pequei pecados impensados indecentes 
Nem sei agora o que quero e onde vou
E ao longo de minha vida o que restou 
São amontoados de erros impensados
Dores ou felicidades foram acumulados
Em expostos versos poéticos mostrados
Em acervos de sentimentos reciclados.
Sou tão diverso e sou tão maltratado
Incompreendido e solitário abandonado…. 
E sei qu sou um amor aventureiro!
Alma Gort

sábado, 26 de setembro de 2015

                                                                             TOUCH ME!

Touch  me!


O sagrado sol

Sou o sol o principio, dou vida e morte aquém
Eu defino ou elimino de vez quem me ousa
 Sou potente acidente universal sou lousa 
efeito mega megatons de energia  também 

Minhas explosões nas frequências tantas
 A explorarem as frias dimensões.Petrificaram!
Em rochas, gases.Outros ao meu redor orbitaram
 Um especial chamado terra é minha" herança"

Ficou numa frequência exata a formação
 E livre evoluindo fêz em sua translação
 h20 fêz vapores a chover climatizou a terra

No seu centro deixou meu coração em fogo 
Vieram de outros mundos sêres e demônios.
 Homens animais se diversificaram em guerra.

Assisto a tudo e vejo tudo
Eu sou o sol, sou pai da terra! 

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

A luz Cristã





A luz cristã


Ante a tua face eu me dobro
Na ventura de uma fé extrema
fecho os olhos adentro no dilema
 perguntas pelas quais me cobro

Sou apenas um ser limitado
Nem consigo pensamento vasto
De chegar ao limiar dos fatos
  de histórias de pecados e relatos


Jesus ...tempos atrás aqui vieste
Salvar nós humanos bem fizestes
Mas o homem é como o fariseu!


É o homem a fonte de teus planos
Vasta guerra vens lutando á anos
Salvar na terra a obra de Deus

Alma Gort





domingo, 13 de setembro de 2015

Nosso poema





 Poema

Deixo que o tempo ante a verdade
fale do seu sentimento adormecido
mesmo nesses anos que perdidos
Encontre aqui o passado sem idade

Ainda o amor que agora  atordoada
Deixando passar imagens recortadas
De momentos de amor e ataviadas
Duma distante paixão desenfreada   

Desconsoladamente nos teus braços 
Dias do passado farrapos estilhaços
que agora rejuntei-os em estesia

Náo existe nada daquele sentimento
O tempo o transformou em fantasia
escrito numa folha qualquer em poesia

Alma Gort




sábado, 5 de setembro de 2015

C
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NA BOTAO LILAZ
 




Chama acesa

Frame "do mar" Estou v ...






 
A chama acesa

Quero rasgar do tempo as lágrimas.
Até quando o amor causa tormentos,
e baseada em velhos argumentos,
sem perguntas calo minhas cismas.

Sentidos sentimentos e emoções,
que escrevei por certo para o tempo,
se apagarão nas vias dos momentos,
tal qual quando se morre a emoção.

Partilha de desejos em meus anseios,
nos risos que não ri nos meus receios,
de sonhos que não tive em minhas mãos

Eu sinto aqui,meu peito esta em chama,
ainda vivo o sentimento de quem ama,
 mas...nem sei onde guardei no
coração.
 


Alma Gort



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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

 


 
 
Rumores íntimos

Outrora a face do desejo ardia
suas ilusões se abrindo em flôr
levou consigo aquilo que passou
algures das ternas fantasias

Mas a fé ainda segue firme
que importa que a vida negue
quando aqui em nos ainda ergue
um alvo em que se nos define

Há de se entender seus passos
no longo embaralhar dos laços
das mares do destino e sua dor

Falar aqui dos tais fracassos
se por fim de todos embaraços
marcaram os tempos do amor

Restos destes tais argumentos
foram erros dos tais sentimentos
Alma Gort

domingo, 23 de agosto de 2015


Aleluias atmosféricas

Atmosfera etérea no tempo
Espaço eleito da existência
Entranhas de íntimos solfejos
Que traduz os átomos da vida.
Ar que conduz a transição e vento
O solfejar ou sibilar nas matas
Nos rios que correm em cascatas
Nos becos escuros ou sarjetas.
 Nas entranhas da terra inteira
Sopras teus odores defasados
Pela fumaça  das queimadas
Pela poluída garra industrial.
Oh! Vento de esplendores
Nos jardins da terra e florestas
Trazendo a vida que fermenta.
Por fim abres teus arsenais
Já gastos em mistas misturas
Culpas o homem pela injúria
Das impurezas levas as cargas.
Mas mesmo nos tufões revoas
Atravessas os tempos e te doas
És então um sopro de Deus
Nas narinas do homem mortal
Que te devora explora te polui.
Pelo enigmático encanto
Pelo que respiro entretanto.
E dou graças pelos suspiros
Que respiro inspiro e expiro
Os teus elementos em aleluias
És um cântico a existência
Sem ti a vida jamais existiria
Aleluias a Deus no elemento ”AR”
Doado inteiro ao homem na terra.

 
Alma Gort

sábado, 22 de agosto de 2015

Por do sol


Vinho derramado por do sol precioso,
o sangue manchado pano do céu,
em um manto envolto noite estrelada
em silêncio nos fala de um tempo de milagres ...
Autor Milli-Adele
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Na via do amor

Há dias incolúme ao lamento
Da vida envolta em grito e ais
Nada que se fale importa mais
Só o suborno do esquecimento

Salvas a uma época que passo
Sem dor da guerra e seus traços
Sem a dor do amor e estilhaços
de meus conturbados embaraços

Não mais a ilusão dos prazeres
Jogados na vozes risos dos seres
Que faziam a parte das lembranças.

Chegou a alvorada a vida continua
Em direções opostas de ruas nuas
Caminho na direção da esperança

Alma Gort
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Pintando aquarela

Na aquarela do destino indolente
Sem perceber os supostos deslizes
Algum tempo em passos descrentes
Noutro tempo em passos felizes

E quando a vida se fêz lágrimas
 árduos juros penei das agonias
O pranto de então eu fiz de poesia
Quando acabou os passos da folia

Hoje esperanças ficaram bem atrás
Mas vivem comigo em leva e traz
Como se acostumassem dia a dia

Meu eu vagando descobre de repente
Um céu anil acima faz-me um crente
Na vida e céu das minhas fantasias.
Alma Gort


  


Um bem me quer

 Vivo momento dos sentidos

Sem lei minha alma se define
Espaços sentidos e sublimes
Na memória são inesquecidos

Um mundo dentro do destino
Filmes enredos da existência
Os jogos de amor pura essência
Entretecidos em elos perdidos



Onde existem vagas intenções
Enredos das minhas emoções
Esquecidos num canto qualquer

Um amor se perdeu em desalinho
Algo apagado de tão pequenino
 Última pétala de um bem-me-quer

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Mais um dia
Espelha-se paisagens em desalinho
Qual miragem em nu pensamento
O pequeno principe em seu momento
Avista o porto procura seu destino.

Qual albatroz descança solitário
Avista algum lugar na paisagem
 Pleno pousa na pálida paragem
São alelos da vida de outras vidas.

Sobre o cais d'um porto desconhecido
Então ele descansa na sua esperança
Deixou-se adormecer sem regalia.

A madrugada lhe aninha adormecido
Vendo estrelas num sonho esmaecido
Espera o amanhã de luz de mais um dia...
Alma Gort




  
Houve um tempo

Houve  tempo de amores intensos
Que passaram qual moinho ao vento
Lendários e livres como o ar relento
Tempo de jovem num tempo extenso

Houve beijos inesquecíveis molhados
Bocas e desejos  em seguidos desvários
Que foram julgados levados  ao calvário
Lugar onde o amor despeja seus fardos.

Mas, tudo se acabou no vazio do nada
Já se passaram anos desta nua estrada
Quem não viveu um intenso momento?

Nada esquecido num lembrar pretenso
um tempo de amôres de desejo imenso
Amôres e desejos que foram no tempo.
 

Alma Gort

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Perfume de Amor

Fulgores do vasto pensamento
Sorrateiramente segue diligente
Traz desejos e paixão eminente
Expondo seu sentido e intento.

Ali o amor enlaça seus marcos
Há tormenta na vida atormentada
tempestade desértica nua estrada
caminho estreito e pés descalços

Segue sutil em sorrateiro passo
Animal humano que vaga faminto
Atrás da presa na ânsia do instinto

Exuberante a vida em florescência
Exala perfume do amor em essência
Natureza e homem caçam seu destino.





Alma Gort







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